Ciclo de Palestras “Faz escuro, mas eu Canto”

Da Canção do Exílio de Gonçalves Dias à Nova Canção do Exílio de Carlos Drummond. Do conto de Guimarães Rosa ao canto do pássaro pelas madrugadas. Assustado com a poluição sonora das metrópoles, que alterou o horário de sua canção de acasalamento , o Sabiá-Laranjeira parece dizer, ao seu modo: “FAZ ESCURO, MAS EU CANTO”. Primeira estrofe do poema de Thiago de Mello que fala de resistência e esperança. Inspiração para o nome do Ciclo de Palestras Bahema Educação. Sim! Faz escuro, mas o passarinho, símbolo nacional do Dia da Ave, canta. E lembra à humanidade que ela também é natureza. Num tempo de obscura pandemia e horizontes pouco claros, o Ciclo de Palestras Bahema Educação propõe acender lamparinas em nosso pensar, sentir e agir humanistas. Aberto ao público pelo YouTube, com inscrições gratuitas. Faz escuro, mas você também pode cantar. Inscreva-se gratuitamente

https://palestras.bahema.com.br/